Saturday, August 23, 2008

Dumbices

HAhaHAHahAHahAHhaHAHa!!!!

Não consegui parar de rir até agora! :D

Broom Hilda by Russell Myers © 2008 Universal Press Syndicate
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GoComics.com

Hit me baby one more time


E veio outraaaaaaaaaaaaa!!!! E das MENINAS!!!

Depois de muuuuuita espera (duas Olimpíadas) e dois bronzes amargos, chegou a vez delas - mais do que mereceida!

O BRASIL É OURO NO VÔLEI FEMININO!!!!



Parabéns, galera e parabéns não só pela medalha, mas por uma verdadeira AULA de voleibol (gente, o que eram os rallies durante a partida??? A bola não caía!). Parabéns também ao técnico Zé Roberto que nos deu o primeiro ouro no vôlei com o time masculino em Barcelona 92 e agora o primeiro (de muitos, I hope!!!) do feminino. O cara é fera. :)

Friday, August 22, 2008

Girl Power!!!

Eu já torcia por ela há anos. Sofri pela injustiça feita a ela (um doping por causa de um creme pós-depilatório que ela passou na perna) e sempre torci pela volta por cima porque eu sabia que ela tinha fibra, alma e coração de campeã. Hoje me senti vingada e minha já antes certeza foi confirmada:

Maurren Maggi, MEDALHA DE OUROOOOOOOOOOOOO!!! E é do BRASIL-IL-IL-IL!!!!



Valeu, menina!!! Girl power forever!!! ;)


Thursday, August 21, 2008

Necessidade Humana

Quando se trata de amigos músicos, eu admito que vivo falando do John, mas hoje vou falar de uma banda daqui mesmo - e quando digo daqui, não é Pelotas, sorry, mas Porto Alegre (o aqui é Rio Grande do Sul céu-sol-sul, terra e cor, BRASIL!) - sobre a qual eu já devia ter falado há muito tempo: Necessidade Humana.

Fora o fato de serem uma galera muuuuuuuuuuito gente-fina (beijo, Sr Kiko!), eles fazem um pop rock com toques de jazz & blues que é TRI-LEGAL. Vale a pena conferir no site deles ou na página da banda no MySpace. Por enquanto, fica só uma "palhinha"... :)

PS: Eles estão em negociações para vir tocar em Pelotas e moi aqui tem a honra de ter uma enorme parcela de responsabilidade nisso... ;)

Once in a while...

Nós também sabemos fazer 4X1... ;)


Tuesday, August 19, 2008

Wanna listen to GREAT music?

Aos pouquinhos vou me familiarizando com uns "brinquedinhos" do MySpace, e o último que descobri está ali à esquerda, um pouco abaixo do slideshow com as minhas fotos (sim, nas - poucas - horas vagas sou aspirante a fotógrafa... :P ): um link pra "pedir" pro John vir tocar em Pelotas.

EU SEEEEEEEEEEEI que é praticamente impossível ele se despencar de Montreal até aqui (já até brinquei com ele pra ele vir visitar uns primos que ele tem na Argentina, mas ele disse - com razão!!! - que é unfortunately too damn far from Canada). O objetivo dele com esse link-contador (e tem muita gente com blogs e páginas com o coisinha esse pedindo pra ele ir tocar nas respectivas cidades) é ter uma noção de onde as pessoas ouvem a música dele e gostam. Além disso, lá na América no Norte TUDO vale como medidor de popularidade e, a partir daí, surgem convites pra apresentações, as músicas tem mais chance nas rádios, etc, etc, etc.

So, if you like his music (dá pra conferir aqui), click!
Não demora muito e além de ajudar ele, dá uma força pra mim também, pois sabe como é: a esperança - nesse caso, de ele vir até aqui - é a última que morre... ;)

Monday, August 18, 2008

Vaguely familiar

Alguém aí reconhece a locação da propaganda...? ;)


Viva Satolep!!! :D

What's in a name

Hehehe... eu e o meu irmão estamos "tri"--orgulhosos: tem um Márcio e uma Renata nas semi-finais do vôlei de praia.


Espero que os nomes continuem dando sorte e os nossos "xarás" tragam umas medalhinhas pra casa... ;)




Sunday, August 17, 2008

Moving On

Algumas pessoas andaram me perguntando de onde tirei a frase que está no meu profile do Orkut (She's been around the world and she's been thinking / about moving on again...), então resolvi explicar.

Well, ela é do refrão de uma música (quem me conhece sabe que isso era mais ou menos óbvio... :P ), Moving On, composta por aquele meu amigo, o John Nathaniel, mas da época em que ele era o vocalista do Mentake, uma banda equivalente ao Skank só que canadense (com direito a toda a fama, turnê nacional, etc, etc, etc). A banda se separou depois da turnê e o John hoje está em carreira solo, o que foi bom pra ele mas ao mesmo tempo uma pena, pois o som do grupo era bem legal.

Aqui está o clip da música, exibido em uma das entrevistas deles pra uma espécie de MTV de lá. Enjoy it! ;)

Friday, August 15, 2008

Golden boy


Bah, até que enfim desencantou e saiu a medalha de ouro do Brasil (sim, porque estava FEIA a coisa... :P )



TODOS os PARABÉNS do MUNDO pro César Cielo. Valeu garoto!


PS: ÓBVIO que me emocionei ouvindo o Hino Nacional. Era o Cielo chorando lá e eu chorando aqui... ;)

Friday, August 08, 2008

Crash and Burn

É muito legal quando a gente pode dividir a felicidade de alguém com a conclusão de um trabalho bem feito. O John, aquele amigo meu músico no Canadá, acaba de ter o trabalho mais recente dele lançado no site iTUNES (que é onde quem é chique, geralmente mora na América do Norte e, óbvio, tem iPod ou Mac pega músicas :P). Ele mandou um video promocional (esse aí embaixo) no qual ele dá uma preview de algumas músicas:


Os trechos que aparecem são das músicas (em ordem) Reason to Live, Sleeping With the Enemy, Stay (minha favoritíííííííssima - e dele tb) e Crash and Burn (a primeira de todas a ficar pronta e que eu tb adoro).

Se alguém tiver interesse em comprar as músicas (não vai ser lançado em CD, só em formato digital) mas não tem iPod, além de iTUNES tem em formato mp3 também, daí é só falar comigo que eu explico como faz (ou acessar direto a loja da CDBaby).

E por enquanto eu fico por aqui, festejando também e - claaaaaaaaaaaaaaaaaaaro ;) - ouvindo John Nathaniel.

Tuesday, August 05, 2008

Dawson's time

Há tempos já não me espanto mais com as coincidências que acontecem na minha vida. Estar ouvindo uma música - de um cantor americano! - e passar um clone da figura na rua na mesma hora é fichinha; querer saber que horas vai passar um programa, ligar a TV e dar a chamada pro dito cujo com dia, horário e tudo, ali na lata, também. O que não deixa de me surpreender, porém, é o impacto que certas coincidências acabam tendo, no sentido de com que elas estão relacionadas. Já explico.

Há uns dias atrás liguei a TV a cabo - siiiiiiim, ainda estou refugiada na casa dos meus pais porque não acabaram as arrumações no meu apê... :/ - e estava passando um especial na E! Entertainment Television sobre os atores do Dawson's Creek (como eles eram na época da filmagem da série, como eles foram evoluindo e por onde andam hoje). Só de olhar já me deu uma nostalgia enorme, lembrando das aulas de Inglês com uma turma que era fã de carteirinha da série, de não perder um episódio que fosse, e cuja aula (uma das duas semanais) era exatamente no dia seguinte à exibição pelo Canal Sony. Os dez ou quinze primeiros minutos da aula eram inevitavelmente uma discussão sobre o que tinha acontecido na noite anterior: opiniões, previsões, indignações, aplausos, identificações com personagens e situações, tudo era motivo pra gente conversar, e era muito, muito gostoso (Roooooobs, que saudadeeeee). E o mais legal era que eles ainda prestavam atenção nas FALAS dos personagens (que eram FAN-TÁS-TI-CAS) e depois a gente discutia o que os atores tinham dito, as expressões e palavras novas que os alunos não coneciam e tinham aprendido (pois ééééé... TV também PODE ser cultura!), muito bom mesmo.

Corta a cena e avança para o dia seguinte na minha vida (depois de ver esse especial na E!). Vou tomar café e ligo a TV da cozinha no Canal Sony. Adivinha oque está passando...? YESSSS, Dawson's Creek, e ainda peguei bem na hora que estava terminando o teaser (aquela partezinha que dá antes da abertura e que é uma espécie de "veja-sobre-o que-o-episódio-de-hoje-é") e começando a abertura, essa mesma que está aí embaixo (pena que a pessoa que postou no YouTube cortou a parte de baixo da tela).


Quando começou a tocar a música e as imagens começaram a passar na tela foi como uma viagem no tempo em sensações. Por 40 e poucos segundos senti as mesmas coisas que sentia naquela época: uma liberdade recém-conquistada, uma expectativa por uma mundo de coisas melhores e aventuras que se anunciavam, um feeling por dentro querendo explodir de que o mundo e a vida estavam à minha frente para serem conquistados, uma felicidade boba - meio ingênua até - causada por eventos aparentemente insignificantes mas totalmente meaningful no contexto da época, uma sensação de alegria e realização resultante de pura e simplesmente passar tempo conversando com amigos(as) - não, eu não era adolescente na época do Dawson's Creek, mas praticamente me sentia como.

Essa enxurrada de sensações foi tão forte e me pegou - essa sim - tão de surpresa que fiquei sem ar, e depois que terminou a abertura e ficou só o tum-tum da música da Paula Cole tocando no ar e batendo junto com o meu coração acelerado, só pude mesmo sorrir, e passei o resto do dia walking on air, feliz da vida, por ter revivido - ou será re-sentido??? - uma das melhores épocas da minha vida.

PS: ÓBVIO que despois desse resgatei o meu CD (bah, na época nem se falava em mp3 ou baixar músicas!!!) com as músicas da trilha sonora e por uns dias ele tocou direto... ;)

Saturday, July 26, 2008

Rotineiramente lindo

Amei esse poema:


"A idéia é a rotina do papel.
O céu é a rotina do edifício.
O inicio é a rotina do final.
A escolha é a rotina do gosto.
A rotina do espelho é o oposto.
A rotina do perfume é a lembrança.
O pé é a rotina da dança.
A rotina da garganta é o rock.
A rotina da mão é o toque.
Julieta é a rotina do queijo.
A rotina da boca é o desejo.
O vento é a rotina do assobio.
A rotina da pele é o arrepio.
A rotina do caminho é a direção.
A rotina do destino é a certeza.
Toda rotina tem a sua beleza."
(Campanha "Tododia" da Natura)

Quem disse que rotina não é legal? ;)

Thursday, July 24, 2008

It was about time


Longe de poder merecer o status de príncipe, agora pelo menos desencantou (putz, tava difícil de ele marcar! :P ).
Nilmar: dois gols (a zero!) no São Paulo.

Keep it up, babe!!! ;)

Tuesday, July 22, 2008

Smells Like Cinnamon Spirit

O piso do meu apartamento é lindo, de parquet, daueles antigos que tem um desenho diferente em cada peça, mas o tempo não foi muito amigo dele, não, então como em breve terei um roupeiro no meu quarto (Êêêêêê!!!! Woooooooooooo-hooooooooo!!!) e não precisarei empilhar - literalmente :P - as minhas roupas no quarto ao lado, resolvi mandar lixar e passar sinteco antes que detonassem com meu armário novo depois.

O findi, então, foi pra retirar os móveis de dentro do quarto, espalhá-los pelas outras peças do apartamento (que com isso virou aPERtamento) e me refugiar com o Milo na casa dos meus pais, e ontem chegaram os lixadores com suas super-máquinas. Eu, já apavorada com a sujeira infernal que uma lixação faz e com o fedorzão do sinteco que eu ia ter que encarar, fui dar plantão lá enquanto os homens trabalhavam. Foi aí que aconteceu [mais] uma agradável surpresa - o que aliás parece ser a tônica do momento na minha vida (se bem que hoje em particular estou meio cynical & disappointed em relação a isso, mas essa é outra história... :/ ):

Quando as máquinas começaram a funcionar, um cheiro diferente começou a vir do quarto. Era um perfume gostoso, familiar, de.... canela!!! Era um cheirinho fantástico, uma coisa meio surreal no meio de toda aquela bagunça. No primeiro intervalo que os lixadores fizeram eu fui lá xeretar e perguntei se o perfume era do piso lixado. Eles disseram, "É sim, dona. Esse piso é antigo, é dos bons. É madeira de canela."

Foi maravilhoso. Pena que não vai durar - hoje mesmo, quando eles começaram a calafetar as juntas com uma meleca de pó de madeira com sei-lá-o-quê ele já diminuiu, e quando passaram o sinteco então, vai sumir de vez. Mas fica pelo menos a lembrança do perfume e a recém-descoberta percepção de que durmo, ora vejam só, lying on cinnamon. ;)

Thursday, July 17, 2008

Friends Will Be Friends


I didn't know a post could cause such frisson: people e-mailing me to tell me off about how on earth I dare comparing them, long-time friends, to new-found people.

I WASN'T comparing. I was simply saying that these people I met in MySpace and I have become more than just names on each other's lists, that our messages have - in most cases - moved from those nonchalant "Nice work, keep it up" to conversations involving even - also, in many cases - personal life (their history, their tastes, common passions of ours). Just that.
No way I could compare people I've known for such a short time to others who have been through storms, rough weather, hell & high water with me. No way people that I know would - literally - walk on broken glass to help me (thanks John for the illustrative image ;) ) - and I for them for that matter - could compare to others whom I've never even SEEN except on a computer screen. Maybe some day I'll meet them in person, maybe some day I'll be able to say that we, too, have been through things together and shared things that make our friendship that special - and, as unlikely as it may sound, I believe it's possible - but for now, they belong in different levels.
There are friends and there are FRIENDS. The ones from MySpace are the first group, the ones I'm talking to here (and among whom some unfortunately got piqued by my using of the word) are obviously the second, but all of them, all of YOU are in my heart.

And, believe me, I've got a pretty big one in here. ;)

Wednesday, July 16, 2008

MySpace-ing


I confess: I joined MySpace. It was something I did on impulse but which ended up proving to be worthwhile. The story goes like this...

I was looking for some David Cook's songs to listen to while working at the computer - you all know I spend waaaaaay too much time in front of the monitor working on my thesis - and his page on that site came up when I "googled" for them. I checked it out and unlike myself I did something very fan-like: I decided to leave a message for the guy (not that he needed it, he must get MILLIONS of messages a day). The thing is that I thought, "What the hell, I'll just say something like 'All the best and lots of success' to show I've been here as I'd like people to do when they read my blog"" (and, YES, it's a complaint! :P ) and so I did it. However, to do so you have to register and get your own page, something like that. All right then, register, here we go... done. I made my profile page a bit later and that was when, out of the blue, requests to be my friend started to pop up (?!?!?!).

I went to verify who all those strangers who wanted to be my friends (how odd is that???) were and saw that most of them were musicians trying to make their work known to the highest number of people available. Nothing wrong with that, but I felt caught in the online version of the baseball card collectors competition, you know, "See, I've got more friends/fans than you... :P " , like a MySpace version of the saying "The more the merrier" (and, NO, David Cook doesn't fall into this category). I know it's something they HAVE to do in order to promote their music and get out of obscurity, but... I don't know, it bothered me somehow that they weren't inviting ME to be their friend, they were inviting just "someone".

Moreover, I hadn't joined the thing to ostentatiosly go around "Hey, I'm friends with (fill a famous name in here)" or to break records in friend-making, so I took a look at all those requests and accepted the ones I felt I did have something in common with, whether it was because I liked their music (the case of John Nathaniel, whom I've mentioned in a previous post, or Adam McInnis) or because besides that they were Brazilian (like Apoena or Necessidade Humana). To all of them I sent a short message to say "Hi", give my views on and opinion about their songs and wish them success. That was when a surprise came into the picture - and, ladies and gentlemen, the surprise was good... :)

All of thse artists surfaced from the flood of messages they receive every day (John I know for sure spends HOURS reading and answering his) and replied mine. And it wasn't simply a polite answer, they were personal replies, some even with questions for me, showing that beneath the image we see of them in YouTube videos and all there's a real person - and that realization was like a breath of fresh air in a world where image is everything and everybody fights for their 15 minutes of fame so desperately that they forget to be human. I can say now that I accepted those guys as friends expecting nothing, and they've given me a lot in return: they've restored my faith in people. I accepted them as friends not believing in the word being applied to describe them, but now I can unequivocally use it as I say their names, for that's what we've become after exchanging messages for some time. We've surpassed the stage of being mere aquaintances to reach that level.

No, I'm not boasting - this is not about whom I'm friends with. It's about what kind of friends I've met, and for me they are absolutely nonparell, peerless, really unique indeed, because they've turned MySpace into a place I long to visit every day, to see, listen and to talk to my friends.
PS: This post was written from top to toe in English in a homage to them and just in case they decide to stop by and pay me a visit here (the Brazilian ones have an upper hand because they know English too - and even some Spanish, no es asi, Apoena? ;) )

Wednesday, July 09, 2008

Fueled by music


Em um dos livros com que trabalho no curso de Inglês onde dou aula tem uma lição com um texto sobre o futuro no qual o autor diz que daqui a não sei quantos anos (acho que 50) haverá uma nova espécie de ser vivo na face da terra, o Homo Ciberneticus, pois as pessoas serão/estarão "equipadas" para conectarem seu cérebro diretamente ao(s) computadore(s). Essa imagem me dá arrepios só de pensar! Parece spookily similar ao filme Matrix, naquela parte que o Neo descobre como ele é de verdade e que tem umas "tomadinhas" no corpo pra se "plugar" na máquina... :P

Anyway, outro dia andando no Calçadão percebi que uma outra espácie de ser humano JÁ SURGIU, pelo menos aqui em Pelotas: o Homo Musicallis. Me vi de repente cercada, ali na frente da Hercílio, por nada menos do que cinco pessoas que estavam - TODAS ELAS - ouvindo seus mp3/mp4 players (ou iPods, sei lá. Pode ser que algum deles fosse chique... :P ). Ah, sim: myself included. Todas as cinco. Segui andando e passei por mais um monte de gente também portando/usando os mesmos inconfundíveis fiozinhos do lado da cabeça e fones embutidos nas orelhas. Alguns, como eu, murmurando baixinho a letra da música (na verdade, singing along, como todo/a vocalista frustrado/a), outros concentradíssimos em pensar na vida, mas todos com uma característica em comum: movidos pela música que toca(va) nos fones. Homo musicallis, cada um e todos nós.

Eu admito: sou VI-CI-A-DA em música. Não bastasse ter sempre algo tocando no CD player ou no computador em casa, ultimamente não consigo sair na rua sem o meu mp4. Sou literally fueled by music. Assim, gente, se passarem por mim, me chamarem e eu não ouvir, não é antipatia, não. É que a Musicallis aqui está em outro mundo, um onde estou, por exemplo, having "The Time of My Life" ou "Realize"-ing alguma coisa. ;)

Mirror image


Sometimes I feel just like this...

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Broom Hilda by Russell Myers - © 2008 Universal Press Syndicate

Tuesday, July 01, 2008

That's What Friends (and Fans) Are For...


Oi, pessoal! O post desta vez vai ser um pouquinho diferente... :)

Tem um amigo meu canadense, John Nathaniel, que é músico e está tentando conseguir que uma das músicas dele toque nas rádios dos EUA. Um dos jeitos de fazer isso é se a música dele tiver um número grande de acessos nesse site (é uma espécie de plataforma de lançamento para artistas novos e por ali eles medem a "popularidade" da pessoa...). Se ela for bastante acessada, os "olheiros" das rádios colocam a música no ar.

Sei que voês gostam de música e essa aí é uma baladinha bem legal, então vamos far uma mãozinha pro John e escutar a música dele? Basta ir em:

http://www.z100.com/cc-common/artist_submission/player.html?art=170785

O nome da música é Ever. Podem acessar sem medo, o link é seguro. às vezes antes da música começar a tocar dá umas propagandas, mas em seguida ela já começa.

O John e eu agradecemos e esperamos que vocês gostem do trabalho dele!
PS: Podem comentar aqui que depois eu repasso pro moço... ;)
PS#2: Se gostarem mesmo do som, dêem uma olhada na página dele no MySpace (clicar aqui). Lá tem mais músicas - a Stay é linda!.

Have a little patience

Aqueles que costumam passar por aqui sabem de um pequeno "defeito" deste site sobre o qual já comentei: se a gente faz o rascunho de um post, depois quando se efetiva a postagem ele aparece láááááá atrás, e não como se tivesse sido recém publicado.

Daí, galera, voltem um pouquinho porque depois do sobre o Tholl tem um post-bobagem cujo assunto, apesar de bobinho, volta e meia me aparece na frente.

E boa seman pra todos/as! :)

Saturday, June 28, 2008

Cirque du Soleil??? Eu quero é Tholl!


Se eu não tivesse conhecido o João Bachilli há mais de 25 anos atrás (ele ajudava a Glaura - a minha professora de Educação Física na época - e a gente nos nossos treinos de Ginástica Olímpica no Pelotense) e não conhecesse a dedicação e a gigantesca capacidade criativa dele, eu custaria a acreditar que o Tholl é genuina e verdadeiramente daqui de Pelotas, no que, tenho certeza seria acompanhada por muitos de meus conterrâneos.

Desde a primeira vez que vi o espetáculo Imagem e Sonho fiquei fascinada (com o "agravante" de que na trilha sonora eles incluiram trechos da soundtrack da Sociedade do Anel, o primeiro filme da trilogia d'O Senhor dos Anéis, filme pelo qual sou absolutamente LOUCA!). Tudo era de uma magia que me deixou sem fôlego e literalmente em lágrimas (de emoção e de riso, porque a parte da sátira à ópera Carmen com pedaços da coreografia original do ballet é impagável! :D) Virei criança assistindo e quase invejei as que estavam lá por poderem presenciar aquilo tudo naquela idade e, como só as crianças conseguem, acreditar mesmo que AQUILO é a realidade, e que a nossa vida nesse nosso mundo "de verdade" não passa de mera ilusão.

Depois de assistir não sosseguei enquanto não convenci meus pais de que eles tinham de ver o espetáculo também e, depois de vê-lo, eles ficaram igualmente encantados - e olha que eles assistiram um show do Cirque du Soleil quando estavam visitando a África do Sul. O Tholl, segundo eles, não fica devendo nada.

Assim, quando o meu pai viu no jornal a propaganda do novo espetáculo, Exotique, em única apresentação no meu amado Thetro Guarany e com direito a replay do Imagem e Sonho, ele decretou que queria ver a todo custo e que eu ou a minha mãe tratássemos de comprar as entradas antes que se esgotassem.

E com isso lá estávamos nós na platéia quinta-feira passada, sentados na fila J do teatro lotadésimo. Abrem-se as cortinas e começa o novo show. Elenco novo, nervosismo de estréia, necessidade de alguns polimentos e acertos aqui e ali e talvez um pouco mais de números digamos "ginásticos" mas all in all um espetáculo fascinante. Muito moderno, muito techno, altos efeitos de luz (malabares de neon no escuro??? Cara, eu não faço nem em plena luz do dia!!!) e um número com um cara rodando dentro de um aro em posição de Vitruvian Man do Da Vinci que deixaria o Pilobolus trocando orelhas: tudo indica que Exotique vai seguir os passos do Imagem e Sonho e se tornar outro sucesso estrondoso. Eu, de minha parte, torço por isso de todo coração.

E, se alguém me perguntar, digo sinceramente e sem recalque algum: não vi o Cirque du Soleil em Porto Alegre, mas tampouco sinto como se algo tivesse ficado faltando, pois tenho o meu próprio, o nosso very own - de Pelotas, minha gente!!! - Tholl.

City of clones


Como nem sempre dá pra falar sério e/ou de coisas sérias, hoje vai um post beeeeeeeeeeeeeeem trivial, às raias da bobagem mesmo. Mas, pelo menos pode deixar as pessoas pensando - e prestando atenção ao andar na rua.

Há muito tempo percebi uma coisa: aqui em Pelotas há um clone pra todo mundo (tem gente que diz que existe uma guria que é I-GUAL-ZI-NHA a mim andando por aí. EU ainda não vi... :P ). De pessoas famosas, bah, tem às pencas. Hoje mesmo passei por um Val Kilmer - tá, tá certo que era um Val Kilmer abatumado (o dito cujo devia ter no máximo a minha altura... :/ ), mas a cara era sem tirar nem pôr a do ator hollywoodiano. E além desse aí tem outros(as)...

Tem uma antiga secretária lá da escola que é idêntica à Sandra Bullock. Tem um amigo meu (e leitor deste blog) que é o Edward Burns em pessoa.

Tem um aluno meu que é o George Clooney versão young. (foto abaixo pra quem não consegue imaginar).

Quer a Beyoncé? Tem: uma das nossas atuais secretárias lá na escola. Quer o vampiro bonitão do (agora extinto :/ ) seriado Moonlight, o Alex O'Laughlin? Tem: um amigo meu, tecladista de uma falecida banda de rock da cidade e que hoje trabalha numa loja de artigos para música (ok, ok, tem que adicionar um pouco de cabelo ao clone pra ficar igual, mas é!). Quer um mix de Antônio Banderas com Eric McCormack do Will & Grace ? Tem: o guitarrista da mesma desaparecida banda. Jude Law moreno? Tem: o meu Sweetie. Minha mãe mesmo, quando era criança, era a Shirley Temple. Olha só as duas:

E não fica por aí: eu e a Lívia (Migaaaaaaaaaaaaa!!! Saudade... - quando acaba esse teu Doutorado em POA, hein?) tivemos a chamce de nos defrontar certa noite com um Frodo (Elijah Wood) desfilando Tulha adentro (esse, ao contrário, não estava abatumado: tinha era tomado chá de bambu, pois 1 metro e 80 e pouco pra um hobbit é muito!). Outra: há uns anos atrás tinha até um cara que estudava Agronomia, pegava o ônibis pro Campus na frente do Theatro Avenida e era o Brad Pitt em Lendas da Paixão sem tirar nem pôr (aliás, segundo outra amiga minha, a Luana, ninguém sabia o nome do cara: ele era conhecido simplesmente por... Brad Pitt!). Pena que se formou e sumiu.... :P

Bom, seja como for, às vezes me pego pensando "Por queeeeeeeee é que eu não ando com uma câmera pra fotografar esses clones???" Daria, no mínimo, uma página bem curiosa na Internet!

Além desse, meu único lamento é que ainda não vi nenhum Aragorn (Viggo Mortensen) ou Legolas (Orlando Bloom loiro) treading the streets of Satolep. Aliás, se me encontrarem desacordada, desmaiadinha da silva mas feliz da vida por aí, não duvidem que foi porque o clone de um deles cruzou o meu caminho... :)

PS às pessoas-clone aqui mencionadas: tenho foto de vocês, sim, mas não se preocupem: não vou publicá-las nem divulgar seus nomes. ;)

PS aos marmanjos de plantão: siiiiiiiiiiiiiiiiim, nós tínhamos Brad Pitt, mas podem ir tirando o cavalinho da chuva por que nunca vi nem sinal de nenhuma Angelina Jolie por estas terras, não. (e a seqüência de negativas foi proposital para dar ênfase ao "não teeeeeem!")

Friday, June 27, 2008

On reverse gear


O time do coração da gente perde (aliás, não uma, mas vááárias partidas... :/ ). A boa notícia que te levou a sorrir até doer os lábios e quase sair dançando pela rua à la Gene Kelly toma um banho de água fria sem qualquer relação em absoluto com Singing in the Rain. Sua colega de trabalho e super-amiga pede demissão. Seu estágio tão esperado dando aulas de Literatura de Língua Inglesa II na UCPel pela segunda vez (ou seja, melhorando seu currículo) fica por um fio já que agora, com menos professores, os horários onde você trabalha não estarão mais tão flexíveis. Seu cachorro pode estar, de novo, com problemas de cristais de magnésio (que acabam levando a cálculos renais se não forem eliminados) na urina. Uma seqüência "daquelas" em questão de dois dias.


Pronto. O peteleco foi dado again, mas desta vez os dominozinhos se foram pro outro lado, despencando em movimento unstoppable não-retilíneo uniformemente variado, e pra salvar a coisa toda de desandar de vez, só dois fatos improváveis mas que - vai saber por quê... - se fizeram realidade: 1) uma completa desconhecida te liga do nada e se oferece para levar o que quer que você queira mandar pra um ex-companheiro de programa de intercâmbio, super-amigo também, arquiteto venezuelano, que mora na Bélgica; 2) dois artistas não muito famosos mas tampouco completos iniciantes que você conheceu no MySpace (um brasileiro e um canadense) não só respondem à sua mensagem de "parabéns-pelo-trabalho-e-todo-sucesso-em-sua-carreira" como seguem trocando correspondência, provando que nem todo artista é metido/convencido e que tem gente ainda muito legal e muito down-to-earth nesse meio.


Ou seja, há esperança de que alguma coisa ou alguém (seja lá o quê ou quem for - você decide!), metendo o dedinho na linha de deslocamento das pecinhas, possa parar o tombamento delas pra esse lado infeliz e, indo pro fim da fila delas, dê o "piparote" (essa tirei do fundo do baú, mas é que "peteleco" já estava ficando monótono) coloque as coisas em uma paradoxal reverse gear positiva.

Sunday, June 22, 2008

Winds of change


Invernos no nosso amado Rio Grande do Sul-céu-sol-sul-terra-e-cor são sempre ventosos. Nem que seja aquele famoso ventinho cortante feito gilette conhecido entre nós como "minuano", sempre tem uma aragem soprando. Este inverno, no entanto, parece estar sendo (sorry pelo gerundismo :P ) particularmente ventoso.

Depois que nos mudamos das Três Vendas/Terras Altas pro Centro - e a mudança foi no dia do meu niver, 26 de julho, portanto um dia de invernaço dos bons - o apartamento dos meus pais não demorou a receber o codinome de O Morro dos Ventos Uivantes. Acontece que a maioria das janelas dá para o corredor de entrada da garagem, e do outro lado dele há uma casa térrea mas que, por ser antiga, é alta. e assim se forma praticamente um tubo (sabe aqueles de teste de resistência de vento que colocam um turbinão soprando e os técnicos/cientistas ficam medindo a aerodinâmica de sei-lá-o-quê? É bem essas...). O resultado é que qualquer brisa mais forte uiva feito lobo em lua cheia por ali. uma coisa de louco.

Bom, depois me mudei pro meu apartamento e peguei invernos frios pra caramba, mas nunca tinha visto nenhum tão ventoso como este. Nas últimas semanas a coisa chegou ao ponto de assustar porque, convenhamos, no 4º (na verdade 5º porque tem o hall lá embaixo) andar venta beeeeeeeeeeeem mais do que no térreo (como é o apartamento dos meus pais). Lá nas alturas o vento não só uiva, mas bufa, resfolega e se estabaca contra as paredes - e, pior, contra as janelas - como um sasquatch bêbado e com dor de dente. Sério, essas últimas semanas têm sido uma preview live de como seria o Twister 2 - Mais Forte e Mais Furioso caso fosse lançado em Hollywood no próximo outono. Um horror. Os vidros das janelas, mesmo com as venezianas fechadas, estalam feito papel celofane sendo amassado e a gente fica só esperando quando é que um deles vai fazer aquele barulho característico de espatifamento.

Mas, ventoso ou não, esse inverno não trouxe com ele winds of change. A cidade continua a mesma de sempre. Leio hoje no jornal sobre a perspectiva da construção de shopping center(s) - sim, pode sacudir a cabeça: assim como você eu também já li/ouvi isso milhõõõões de vezes - e lembro de uma conversa ontem com a minha prima enquanto tomávamos (comíamos???) um sopão delicioso em família (preprarado pela minha mãe) de que em Fortaleza (siiiiiiiiiiim. no CEARÁ, com todo aquele calorão) existem casas que são simplesmente buffets de SOPA, enquanto que aqui, com todo esse frio, não se consegue ter um lugar assim (por várias razões, inclusive falta de público freqüentador suficiente pra manter o negócio funcionando, massssssss, enfim... :/ ). Depois, falo com amig@s que estiveram no FENADOCE e o comentário geral é o mesmo, "Éééé... tá legal... mas é a mesma coisa de sempre" (em tempo: a entrada com as "aguinhas dançantes" recebeu menção e elogios).

Bem, admito que não tem muito o que mudar mesmo em termos de expositores (comércio e indústria por aqui estão quase em reverse gear), mas o que acho que leva muitos a classificarem o evento de "sempre a mesma coisa" é um certo desapontamento em relação a edições anteriores no que se refere a atrações paralelas. Já houve tempo em que os shows eram com grandes bandas, famosas a nível nacional, tipo Skank (ou será que foi o Jota Quest que veio? - não lembro direito porque estava thrilled demais com os amigos de uma banda local que fizeram o show de abertura para eles...) e outros igualmete empolgantes, a ponto de as pessoas fazerem fila pros ingressos e, conseqüentemente, pra ir à Feira em si. Hoje, porém, o máximo que se tem são boas apresentações com bons músicos locais. Nada contra eles - muito pelo contrário!!! -, mas pra quem já os conhece, já gosta e acompanha o trabalho deles, costuma prestigiá-los fielmente na noite pelotense e tudo o mais, fica aquele gostinho de "sempre a mesma coisa". Daí fica a Feira sempre na mesma, a cidade sempre na mesma e a gente, por default, igualmente na mesma.

Tá na hora desses winds que andam soprando tão forte por aqui trazerem com eles umas changes pra Pelotas - e, se der, pras nossas vidas também.

Saturday, June 14, 2008

Frase da semana

Da que passou ou da que começa, tanto faz. "Roubada" (Robs, merci beaucoup/thanks for the courtesy) do blog de uma amiga:

Your life is an occasion. Rise to it.*

Me achei!

Há! Fui "Google myself" pra ver o que aparecia e - vejam só! - estou sendo citada! :P

Check it out: http://pavablog.blogspot.com/2008/05/tolkien-e-seus-anis.html

É uma página de um blog que reúne trabalhos científicos publicados sobre O Senhor dos Anéis, de J.R.R. Tolkien, e a minha dissertação de Mestrado está lá. Cool!

Como diria Fox Mulder, "Isn't it nice to be suddenly so highly regarded?" ;)

Friday, June 13, 2008

Domino effect


Sabe aquelas epocas da vida em que uma coisa acontece e depois dela uma seqüência de outras coisas "desanda" a acontecer (o famoso "efeito dominó")? Pois é. Tem vezes que as pecinhas caem pra um lado e a gente entra em um redemoinho de desastres naturais (alguns não tão naturais assim...) que se fica torcendo pro fundo do poço chegar logo e a gente poder respirar - e nem ouse pensar "Putz, ESSA bateu todos os records!" porque, como diz o motto da minha antiga turma de Mestrado, "SEMPRE pode ficar pior...".

Massssssss - thank goodness! - às vezes as pecinhas caem pro OUTRO lado. Uma coisa dá certo num dia (um show do Maná, reencontrar um conhecido interessante na excursão), outra no dia seguinte (uma conversa inesperada com outra pessoa, essa muito mais conhecida e mais interessante ainda), mais uma no outro dia (uma idéia FERA pra um artigo ou trabalho a ser apresentado em algum futuro congresso), e outra no depois desse (a perspectiva de alguém que se julgava.... hummm... lost & possibly 947 km away voltar a fazer parte da sua vida), enfim, uma seqüência de eventos surpreendentes que partilham a característica de te colocarem um sorriso no rosto (ou, dependendo, quase sair dançando pela rua de tão feliz às 8:30 da noite depois de uma reunião quase surreal de tão insuportável). Essas vezes podem até não ser tão freqüentes quanto as outras (as pecinhas do dominó parecem já estar meio "tortas" ou "viciadas" pro outro lado, o da bad luck :P), mas quando acontecem a gente fica com aquele exhilarating feeling do tipo quando se desce um tobogã de parque aquático: um friozinho na barriga, uma alegria quase ao ponto de explodir, sorrisos repentinos saídos do nada na torcida mais do que fervorosa pra que as pecinhas não acabem nunca e o dominó fique dando voltas e mais voltas, fazendo desenhos cada vez mais incríveis.

Anyway, acho que todo mundo já experimentou o domino effect, ou pelo menos tem uma idéia de como é essa avalanche incontrolável de acontecimentos que vão tomar, como eu disse, uma de duas direções antagônicas e diametralmente opostas (e isso que acabo de dizer é uma redundância absurda, de fazer vergonha a qualquer lingüista, mas soou tão bonitinho que não resisti :P) a partir de uma pecinha inicial que cai. E é nesse ponto, nesse enorme ponto de interrogação suspenso por um segundo antes da tal primeira pecinha do dominó cair que reside a questão fundamental:

Who the hell dá o peteleco inicial e decide pra que lado a coisa vai???

Wednesday, June 11, 2008

Why I'm a Cookie

Tem um monte de gente perguntando sobre o "adendo" ao meu nick no MSN, o "I'm a Cookie" e sobre o post anterior meu de mesmo nome. A explicação é que virei fã in-con-di-cio-nal do cara que venceu o American Idol deste ano, David Cook. E não é só porque ele é charmoso, sensível, um gentleman e poooooooooooodre de inteligente: ele canta DEMAIS. Ele canta QUALQUER COISA, apesar do forte dele ser rock (o Randy Jackson brincou que ele poderia cantar até a lista telefônica e numa entrevista pra MTV os caras de sacanagem fizeram ele fazer isso. ELE FEZ (confira aqui) , e até isso fez bem!). E mais: ele é um baita arranjador, pois conseguiu salvar uma música da Mariah Carey, Always Be My Baby, transformando uma baladinha pop gosmenta numa música que, juro, cada vez que asssito a performance dele me arrepia do dedão do pé até a ponta do último fio de cabelo de tão sensual. Se não acreditam, chequem a versão da Mariah aqui, no YouTube, e assistam - my courtesy - a versão dele aí abaixo. Aliás, deixo vocês com duas, Always Be My Baby e o meu ponto fraco, The Music of The Night, uma das do musical The Phantom of the Opera que ele, apesar de roqueiro, cantou tão maravilhosamente numa das eliminatórias que recebeu elogios do Sir Andrew Lloyd Webber, o compositor.

E agora com licença, pois vou ficar aqui assistindo essas duas maravilhas de novo e, admito, babando no teclado. ;)

Detalhe: ele chora no final porque o irmão dele que está com câncer no cérebro (e bem sério) contrariando ordens médicas foi a Los Angeles ver ele se apresentar nesse dia e estava na platéia, daí ele ainda recebe essa baita avaliação dos juízes, well, sensível como ele é só podia se desmanchar chorando mesmo. :)

Vivir sin música

Domingo passado consegui sair do meu atual estado de total mesmerizement pelo David Cook (as músicas dele tocam DI-RE-TO em qualquer player ao meu alcance. QUE VOOOOOZ!!!) e fui no show do Maná. Não, não é "aquele" show que todo mundo conhece e, se não foi - como é o meu caso... :P -, gostaria de ter ido, o do CD acústico: é o do mais recente CD deles. É mais "rock", mais pesado, mais político. Aliás, todo o show foi extremamente político (comentários sobre como os mexicanos A-DO-RAM os brasileiros - a mais pura verdade, comprovada em pessoa por moi ;) , elogios ao Brasil pela garra com que os brasileiros vivem e sobrevivem) e politizado (letras muito preocupadas com questões sociais e ecológicas).

O local (o Pepsi On Stage) é bem legal, com bancas de comes & bebes lá dentro e tudo (pena a "facada": CINCO REAIS QUALQUER BEBIDA, até água mineral!!! :/ ), o som fantástico, telão pra quem tá atrás (como eu tava) e é baixinha (como eu sou... :P) poder enxergar o cantor sem ser como uma formiga em cima de um monitor de computador e sem ter cãibras nas panturrilhas de tanto fazer meia-ponta pra driblar os cabeções na frente.

A banda, nem precisa comentar. Sou fã deles, mas ouvir ao vivo é deliciar os ouvidos com o som límpido da performance de músicos admiráveis: eles tocam MUITO. Todos. O batera, então, se passou: fez um solo que durou, no mínimo, uns dez minutos (segundo a Lully, que foi comigo ao show, foram uns vinte e ele estava possuído: nem mãe preta dava jeito :D). Ele parecia o coelhinho da Duracell tocando enlouquecido e cada vez que a gente pensava que ele ia parar, ele começava de novo. Até de costas ele tocou - literalmente.

O vocalista - o Feeeeeeeeeeeeeeeeeeer (Lully, ele NÃO FEZ CHAPINHA! :D) - é aquilo tudo que a gente já conhece. Vozeirão, simpático, etc. Fez, claro, aquilo que já virou clichê em todo show de rock, de chamar uma menina da platéia pro palco e - thank goodness! - quando ele pediu pra ela cantar junto ela não fez feio, cantou até bem afinadinha. E, óbvio, tirou suas lasquinhas: abraçou, acariciou, até dançar dançou com ele (e deixou 3/4 da platéia babando de inveja). Não sei se foi só pra puxar o saco da platéia, mas ele disse também que aquele show foi melhor que os do Rio e São Paulo, mas até acredito que sim, pois onde mais no Brasil a platéia canta junto quase todo o show (as músicas novas ainda não "pegaram") en español ?

E aí chego no ponto: o fim do show foi, sem dúvida, o melhor. Eles cantaram TODAS as antigas, desde Corazón Espinado - e, não, o Santana não fez nenhuma aparição especial :( - até Labios Compartidos e as clássicas, as do Unplugged. Foi o delírio, meu e do todos os presentes. TODO o público cantou junto, a plenos pulmões. Em vários momentos ele parou de cantar e a galera seguiu, por vários e vários versos, sozinha, até ele retomar (todo emocionado, diga-se de passagem) a letra. Igual só vi no último show da Marisa Monte no Guarany aqui em Pelotas, quando ela fez igual (parou de cantar), o público continuou, ela foi saindo devagar do palco e todo mundo cantou até o final, num coro único. De arrepiar. E o Maná pulled that off too, conseguiu igual. Foi muito, muito emocionante.

Bom, EU perdi a voz nessa parte, de tanto que cantei, e tá aqui a foto pra provar, tremida e tudo (sim, porque vai tentar cantar, ficar na ponta dos pés e tirar uma foto com a câmera lá em cima pra ver!)


(Pra quem quer ver mais, tem outras fotos no meu Orkut)

Bom, ainda estou me recuperando dos efeitos do show (a voz já tá quase boa, o resfriado que peguei de ficar esperando no sereno da noite o ônibus da excursão chegar na frente do aeroporto (onde fica o Pepsi On Stage) pra nos buscar também já chegou ao estágio de "só fanhoso"), mas de uma coisa me dei conta ainda lá, cantando as músicas do Maná:
Yo no sé vivir sin música

Wednesday, June 04, 2008

Sword fight



Hoje na aula fizemos uma das modalidades de Tai Chi que é com espadas. Não, não eram espadas de verdade, ÓBVIO, eram de madeira, mas quebraram o galho direitinho e foi muito , MUITO legal!!!

Me senti a própria Éowyn (ver fotos acima :P) lutando, atacando e defendendo golpes, e o mais engraçado foi que era tudo super-natural pra mim, quase instintivo. Até o professor comentou que eu "peguei o jeito" muito rápido (ele perguntou se eu já tinha feito aquele tipo de luta antes). Sei lá, who knows, maybe in another life...

Anyway, agora já sabem, estão todos avisados: se me encontrarem pela rua armada com o meu guarda-chuva comprido de ponta, não mexam comigo. Estou preparada para reagir a desde facadas no bolso a punhaladas pelas costas, mas o treino principal foi pra defender e contra-atacar aquela lâmina que volta e meia vem, sem piedade, em direção ao coração (o alvo per excellence de qualquer arte marcial oriental, segundo o professor), manuseada pelos Aragorns da vida.

Saturday, May 31, 2008

Praying for time

Fazia milênios que eu não houvia essa música e quando ouvi (e re-ouvi milhõõõõõões de vezes esta semana quando toquei sem parar a final do American Idol 7) me impressionei não só com a performance emocionante (let's say que não foi só a Paula Abdul que chorou quando assistiu essa versão... :P) do George Michael - well, o GM é o GM! - mas com a letra da música. É demais, lindíssima mesmo. Uma reflexão, quase uma prece, para os tempos modernos.

Como diria o Randy Jackson, "Check it out, baby!" (as duas, letra e música)

Praying for time

(Do you think we have time? Do you think we have time?)
These are the days of the open hand
They will not be the last
Look around you now
These are the days of the beggars and the choosers
This is the year of the hungry man
Whose place is in the past
Hand in hand with ignorance
And legitimate excuses
The rich declare themselves poor
And most of us are not sure
If we have too much
But we'll take our chances
'Cause God stopped keeping score
I guess that somewhere along the way
He must have let us all out to play
Turned his back and all God's children
Crept out the back door
Chorus
//And it's hard to love,
There's so much to hate
Hanging on to hope
When there is no hope to speak of
And the wounded skies above
Say it's much too late
Well, maybe we should all be
Praying for time//
These are the days of the empty hand
Oh, you hold on to what you can
And charity is a coat you wear
Twice a year
This is the year of the guilty man
Your television takes a stand
And you find
That what was over there
Is over here
So you scream from behind your door
Say what's mine is mine and not yours
I may have too much
But I'll take my chances
'Cause God stopped keeping score
And you lying on the things they sold you
Did you cover your eyes when they told you
That He cant come back
Because He has no children
To come back for
Chorus
(Do you think we have time? Do you think we have time?)
Please, give us time

I'm a Cookie

Se o avião da tour dele passar muito baixinho perto de mim, eu agarro o trem de pouso e vou junto.



David Cook, the winner of 2008 American Idol.
Virei "Cookie". ;)

PS: E cantando essa música é covardia, né? :)

Friday, May 30, 2008

Go, Speed Racer

Não, não vou falar sobre o filme - até porque eu era fã dos desenhos animados quando era pequena, então fico meio cabreira com essas adaptações para a telona - mas o título "procede", tem sua razão de ser, sim.
Segunda-feira passada eu estava dando aula para uma turma minha, de Upper-Intermediate A. Eu A-DORO aquela galera - tá certo, tem alguns que atormentam a minha vida mas, com certeza, eles mesmos sabem quem são... ;) - e naquele dia, depois de uma atividade com um texto que era uma coluna de revista daquelas de "pergunte a (insira o nome da/o colunista de plantão aqui) e receba conselhos sobre o que fazer", havia uma pergunta: "Você já passou por uma situação semelhante?"
Bom, cada um começou então a contar histórias hilariantes relacionadas aos problemas enviados pelos leitores da tal revista. Um aluno contou que dormiu uma manhã inteira com um tum-tum retumbando na cabeça e quando finalmente acordou (ao meio-dia, óbvio :P) percebeu que era o pai dele que estivera demolindo a parede do quarto AO LADO. Outro, o seu Clóvis, EM PLENO INVERNO desligou a chave de corrente elétrica do chuveiro no meio do banho do filho porque ele não queria sair debaixo d'água, e assim por diante. Histórias daqui, histórias de lá, eu contei algumas minhas, entre elas a de uma vez em que acordei meu irmão com um banho de suco de laranja (não tenho culpa se ele deu um tapão no meu braço quando encostei o copo de suco gelado que a minha mãe tinha mandado eu levar pra ele, na cama, de manhã cedo... :P). Mas a que gerou risadas incontroláveis - inclusive minhas ao contar a história e relembrar o fato - foi uma da minha mãe dirigindo na estrada pra Santa Catarina quando íamos de férias pra praia no verão.
A lembrança do ocorrido veio em função de umas das histórias que apareciam no texto, falando sobre um marido apavorado que, cada vez que saía de carro com a mulher, quase tinha um ataque cardíaco porque ela dirigia way too dangerously. Já a minha personal anecdote foi, como já disse, sobre a minha mãe.
Certo verão fomos pra praia (Bombas/SC) em dois carros: meu pai e minha mãe em um, eu e meu irmão em outro. Foi um dos raros anos em que meu irmão passou o Ano Novo aqui conosco (ele mora em Curitiba e trabalha num órgão do estado do PR responsável pelo processamento de dados de todo o governo, então geralmente ele tem que dar plantão na virada do ano) e pra não pegarmos muito tráfego na estrada saímos de madrugada. Como meu pai cansou por ter levantado muito cedo, ali mais ou menos antes de Torres a minha mãe assumiu a direção do carro deles. Meu pai se recostou no banco e ferrou no sono. Acho que é um pouco depois, passando Torres, que tem uma "lombada eletrônica" na pista. Na verdade, trata-se de um enorme pórtico de ferro preto, um monstrengo, bem no meio da estrada. Um verdadeiro Black Gates of Mordor em plena BR101. Não há como não vê-lo, e já a partir de uma distância bem razoável.
Pois bem, íamos nós nos dois carros (meus pais na frente e eu e meu irmão atrás) e um outro carro puxando a fila. O tal carro, admito, era um tanto irritante, pois por várias vezes minha mãr tentou ultrapassá-lo e ele não deixou (deu aquela "aceleradinha básica" de tirar a paciência de qualquer motorista, ainda mais a minha mãe que tem uma certa "síndrome de Ayrton Senna" e adora um pé no fundo...). E assim eles foram por um bom pedaço, meu irmão e eu assisintdo as tentativas frustradas de ultrapassagem dela e comentando a coisa toda. Nisso, surge lá adiante, no horizonte, o tal do pórtico - ou melhor, a LOMBADA ELETRÔNICA, lembram? - e o cara da frente, ao ver, diminuiu a velocidade. Ahhhh.... foi tudo o que a minha mãe precisou...
Ela botou o pisca, sentou o pé no acelerador e foi, aproveitando pra gesticular feito um mestre-de-bateria de escola de samba ao passar na frente da comissão julgadora, mandando o cara pro quinto dos infernos seguido de, provavelmente, até a sua nonagésima geração.
Meu irmão, ao ver aquilo, se apavorou:
- Olha lááááá!!!!! Aloucavaipassaramaisdecemporhoranalombadaeletrônicaaaa!!!"
Swooooooooooosssssssssssssshhhhhhhhhhh
Lá passou ela, a - conforme comprova a multa recebida depois - 98 km/h.
Nós dois dentro do carro só ficamos assistindo aquela verdadeira passagem do cometa Halley ser registrada pelas câmeras do radar, e ainda tivemos que nos controlar para passarmos, nós, a uma velocidade razoável e não sermos pegos também. E segue viagem. Sim, porque ela NEM PERCEBEEEEEEEU! Não viu. Não percebeu aquela coisinha discreta e mimosa por onde ela passou. Ah, sim: passou a 98 km/hora....
Meu pai, nisso tudo, dormia a sono solto, feito um bebê, no banco do carona, totalmente inocente e unaware dos feitos e fatos ocorridos à sua volta.
Algum tempo depois fizemos um pit stop para banheiro, refri e talz, e na hora em que descemos do carro meu irmão me disse:
- Sai com o pai na frente que eu vou falar com ela...
Ele falou, e o melhor - melhor no sentido de mais engraçado - foi que quando ele perguntou "tu viu o que tu fez????" a resposta, com a cara mais ponto de interrogação possível dela foi "Eeeuu? O que é que eu fiz?"
É óbvio que em nome da santa paz do resto de nossas férias o caso morreu, foi velado e sepultado ali mesmo. Ninguém falou mais naquilo senão meu pai ia surtar. Mas, como aquele dia devia ser parente da Sexta-Feira 13, o momento ressuscitou feito Jason alguns meses depois, quando a multa chegou. Difícil aí foi fazer o meu pai parar de bufar, reclamar e ameaçar processar a Polícia Rodoviária Federal por fraude em multas (já que ele "nunca teria passado àquela velocidade numa lombada eletrônica!!!") pra escutar o que realmente tinha acontecido.
Eu rio toda vez que me lembro da história e meus alunos morreram de rir também. Ela é melhor contada ao vivo, com a interpretação da cara do meu irmão e dos gestos da minha mãe pro tal motorista, mas espero que vocês tenham gostado também. E, principalmente, que tenham dado umas boas risadas, porque neste momento tudo o que mais quero é gente rindo e feliz à minha volta.

Thursday, May 29, 2008

Crime and punishment

Frase da semana (from Pushing Daisies):

"Sometimes the crime of passion is not recognizing the passion in time."
.
No need to comment that, huh? :/

Wednesday, May 28, 2008

Hell freezes over

Alguém dizia (acho que era a Lívia) "prefiro ir para o céu pelo clima e para o inferno pela companhia".

Pois é, caso eu também escolha a segunda opção, creio que vou encontrar um bocado de gente por aquelas bandas, porque o que eu estou intimamente mandando de gente ir para lá nesses últimos tempos é unbelievable... :S

PS: Isso inclui também, até word on the contrary, o Orkinho aí embaixo. :/

Tuesday, May 27, 2008

Defense Of The Antics





Pensamentos recorrentes nos últimos dias:


Tudo o que é bom dura pouco.

Quando a esmola é demais o santo desconfia.

Não se pode elogiar.


É que é assim: quando as coisas parecem que vão indo muito bem, obrigado, o frágil equilíbrio que se estabeleceu em um dia se quebra como que por encanto e tudo vira de cabeça para baixo. Papéis se invertem, polaridades são revertidas e opiniões retornam a um ponto anterior como se sob um comando de "restaurar o sistema" - and, yes, os "informáticos" estão em alta... ;)

E, se a vida tem dessas coisas - pelo menos a MINHA tem :P - é melhor arriscar uma Pose de Druida cool e indiferente ou bancar o Meio Orc Bárbaro Burro do que ficar só assistindo o barco passar lá longe no meio da Lagoa.

Thursday, May 22, 2008

Wishlist


Me dá um beijo desses....? ;)



PS: Ah, sim, ÓBVIO que também quero ver o filme URGENTE. :P


Tuesday, May 20, 2008

Laws of Physics

O Universo parece ter sua maneira unique and peculiar de manter as coisas em relativo equilíbrio no mundinho que gira ao redor do meu umbigo: bem quando estou disappoointed, sad, hopeless e otras cositas más por causa de uma pessoa, acabo passando uma tarde inteira - agradabilíssima, por sinal! - conversando com outra no MSN, e termino o dia com um saldo positivo de vários sorrisos no rosto. :)

Monday, May 19, 2008

Sweet revenge

Há!!! BEM FEITOOOO!!!



Dessa vez quem se estrepou foi ele... :P

Sunday, May 18, 2008

Renata. CSI Renata.



Pois éééé... quem sabe não vou fazer isso aí no futuro? ;)

(Assistam a esse noticiário da BBC, em especial a entrevista com o prof Malcom Coulthard. Ah, sim, o inglês tem que estar afiadinho... :P)

http://news.bbc.co.uk/2/hi/uk_news/england/7397268.stm

Não é bem na crime scene, mas faz parte. :P
É uma das possibilidades da íngüística - Análise do Discurso (bem a minha área...hehehe...)
PS: Conheci o prof. Coulthard mês passaado quando ele esteve aqui em Pelotas. Um doce de pessoa, simpático que só. Um real gentleman.
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Em tempo: (pra quem não quer ver o filminho)
O Centro de Lingüística Forense da Universidade de Aston, Birmingham (CLF), reconhecido internacionalmente, é pioneiro nos estudos de Lingüística Forense. Combina pesquisa de ponta e prática investigativa com o ensino em nível de pós-graduação e o treinamento profissional. A pesquisa no CLF trata de todos os aspectos da Lingüística Forense, desde como a polícia e os tribunais podem atuar melhor com intérpretes, até o desenvolvimento e refinamento de métodos para a identificação de autores de textos contestáveis.
FLAIR - Forensic Linguistics Advice, Investigation & Research (Aconselhamento, Investigação e Pesquisa em Lingüística Forense) é a seção consultiva do CFL que oferece, através de seus experientes peritos, um serviço altamente qualificado que inclui análises minuciosas de textos, relatórios, e tambem a apresentação de depoimentos em tribunais. Casos mais recentes trataram de mensagens de telefones celulares, de notas suicidas forjadas e de documentos conspiratórios escritos por terroristas. FLAIR monitora e assegura a qualidade dos relatórios de todos os seus peritos através de análise detalhada de todos os relatorios antes de entregar. Isto não acontece com o/a perito/a que trabalha isoladamente. Oferece ainda botar investigadores em contacto com peritos confiáveis de áreas adjacentes, como, por exemplo, a fonética forense.

Friday, May 16, 2008

Listen to your heart

Tá, eu sei que estou numa fase "comics", mas essa tirinha aí não deu pra resistir:

For Better or For Worse by Lynn Johnston - ©2008 Lynn Johnston Productions, Inc.
Courtesy of GoComics.com

Como a resolução da tirinha não está muito boa, aí vai um recap:


Gerald asks April if she thinks he's crazy to go on tour with Becky's band. She tells Gerald that it's a great idea because Becky IS famous, he's gonna be on stage with all the action, and lights, and screaming kids. Then April adds that he really is a good drummer and he should go for it: do what his heart tells him to do. He thanks her and kisses her, she blushes. He smiles and says, "Your suggestion!"

Sério, às vezes me dá vontade de me fazer de louca como o Gerald aí... ;)

Wednesday, May 14, 2008

Pearl of Wisdom

...e tudo a ver com uma mensagem que recebi ontem a respeito de slowing down ("Não apresse as coisas"):



Ziggy by Tom Wilson & Tom II - - ©2008 Ziggy and Friends, Inc.
Courtesy of GoComics.com

Friday, May 09, 2008

Mama, life has just begun...



Amanhã é Dia das Mães, então já vou deixar aqui o meu carinho para uma série delas que, de uma forma ou de outra, me fizeram ser quem sou hoje. São parentas, mães de amigos(as), de ex-namorados (e de ex-marido :P), algumas avós também, orientadoras e mestras, mulheres incríveis que passaram ou ainda estão na minha vida e que foram minhas mães de algum jeito. Então, lá vai meu beijo

pra mâmi Neli, pra Vó Frida e pra vó Tuta;

pra Tia Preta, pra Vó Lilia, pra Ana, pra Lúcia, e também pra Paula e pra Tia Erna, mães a seu modo;

pra Tia Solange, pra Elisabete, pra Ana Lore e pra Heloísa;

pra vó Rute, pra vó Luiza, pra vó Dalila, pra vó Olga;

pra Tia Rosa, pra Tia Laura, pra tia Neiva;

pra Tia Berê, pra Tia Sônia, pra Dona Jane, pra Eloísa, pra Zeneida, e (por que não?) pra Mara, pra Luci e pra Eninha;

pra Xuxu;

pra Bia;

pra Dicléia e pra Susana.

E pra todas as outras cujo nome não lembrei/lembro (mana Sílvia, algumas nem nós duas juntas íamos lembrar! :P) e outras que nem cheguei a conhecer mas que através de seus(suas) filhos(as) tocaram minha vida em a lgum momento, fica um beijo também, pois apenas por serem MÃES já merecem toda minha admiração. :)

Thursday, May 08, 2008

Tempos modernos

HahHAhahAHahAHhahAHA!!! :D

Frase da semana, enviada por uma amiga (Valeu, Gizza!!! Tô rindo até agora!!!):

"Mais vale um cara feio com você do que dois lindos se beijando..." ; )

Monday, May 05, 2008

O Captain! My Captain!


E depois da entrevista dele hoje no Jornal do Almoço - com aquele MONSTRO de taça de Campeão Gaúcho - , lembrei que ele também sabe falar bem... ;)

Sunday, May 04, 2008

I hate Mondays...

Garfield by Jim Davis - ©2008 Paws, Inc.
Courtesy of GoComics.com

That's me, Monday morning... :P

Saturday, May 03, 2008

Coisas de Blogger

Odeio quando a gente salva um rascunho no Blogger e depois ele publica lá atrás, como se fosse no dia que a gente começou a escrever...

Ele acaba de fazer isso com o meu post sobre um detalhe do filme Notting Hill que escrevi aaaaaaaaaaaages ago. Então, se alguém se interessa, vai ter que clicar aí em cima ou rolar a página mais pra baixo pra ver. :P

Goo Goo Dolls in Abbey Road Studios

Esse é pra quem curte o Goo Goo Dolls mas não tem o canal Sony:
uma nova versão de Iris, gravada nos estúdios de Abbey Road (é, aquele mesmo dos Beatles).

Eeeeeeee está aberta a votação: Qual das duas é a melhor, a originsl ou essa?

PS: Ah, sim: o vocalista pode cantar essa aí à hora que ele quiser lá em casa... ;)

Friday, May 02, 2008

Central Coronel Pedro Osório Park



Ontem quando cheguei em casa optei pelo silêncio. Não liguei a TV, não ouvi música, nada. Deixei que os sons da noite invadissem o apartamento.

Um grilo teimoso na sacada, as vozes abafadas (o termo muffled em Inglês define esse som muito bem...) da TV do vizinho do andar de cima, as patinhas - as unhinhas, in fact - do Milo no parquê (tic-tic-tic-tic-tic...), o latido de um cachorro distante...

E então ouvi. O som de cascos de cavalo no paralelepípedo lá fora. Uma charrete, sem dúvida, passando ali na frente. Não sei se foi a mágica do Sete de Abril que, ressuscitando todas as charretes e carruagens de tempos antigos que por ali passaram, fez com que uma imagem brotasse do nada na minha imaginação ou se foi apenas a minha doida cabeça pensante, mas juro que vi, com os olhos da mente, passar na frente de casa uma carruagem como aquelas que passeiam pelo Central Park em New York.

A visão foi um híbrido de dois mundos, a carruagem de lá e a Praça - quase um parque! - daqui, e pensei como seria legal dar a volta na Coronel Pedro Osório aqui, como se faz no Central Park lá.

E então, enquanto o clop-clop-clop dos cascos se perdia na noite (mas, juro, eles deram DUAS voltas!) pensei que alguém precisa urgente dar um jeito nessa minha imaginação delirante...

Thursday, May 01, 2008

Sitting on a bench






LeitoRES, podem parar por aqui: vou falar de um descarado chick-flick .


LeitoRAS, vão em frente: vocês certamente já passaram por isso.


No feriado de 1º de maio sei lá por que cargas d'água fiz uma baita asneira (quando contei pra um amigo, eu disse que tinha "feito uma BESTEIRA" pra ele não desatar a rir na minha cara com o termo, mas agora que já foi... pode rir à vontade! :P ): assisti - pela God knows what time - Notting Hill.

Sem comentários sobre o filme; quem já viu sabe que a Julia Roberts está linda, que o Hugh Grant dá vontade de pegar no colo e levar pra casa, que a gente - leia-se women - se reconhece taaaaaaaaaanto na Julia na cena que ela diz que é "just a girl standing in front of a boy asking him to love her", que o final é tudibom, etc, etc, etc. Eu queria era falar sobre um personagem secundário, coadjuvante mesmo, mas que tem um significado lindo e importante no filme: aquele banco no jardim.


"For June who loved this garden, from Joseph who always sat beside her"



A frase do banco dispensa maiores explicações: é o sonho de consumo de muita gente. Ser uma June e ter um banco num jardim pra sentar (ou até mesmo TEMPO pra sentar num banco num jardim), e ter um Joseph to always sit beside us.

O problema é que hoje em dia não é só o tempo pra sentar ou os jardins que estão raros:os Josephs também - ô, e se estão! Encontrar alguém que se disponha a entrar no nosso mundo, ficar ali, dispor de seu "precioso" tempo apenas para sentar ao nosso lado em um banco (sim, sim, sim: metáforas all over the bench), enfim, tá difícil. Já estou concordando com outra personagem do filme, a Bella, quando ela diz:

"The more I think about things, the more I see no rhyme or reason in life..."
Pois é, tô por essas.
E se você está achando que eu estou revoltada/pessimista/melosa/reclamona, culpe o filme: quem mandou ter um banco desses?????????