Thursday, August 21, 2008

Once in a while...

Nós também sabemos fazer 4X1... ;)


Tuesday, August 19, 2008

Wanna listen to GREAT music?

Aos pouquinhos vou me familiarizando com uns "brinquedinhos" do MySpace, e o último que descobri está ali à esquerda, um pouco abaixo do slideshow com as minhas fotos (sim, nas - poucas - horas vagas sou aspirante a fotógrafa... :P ): um link pra "pedir" pro John vir tocar em Pelotas.

EU SEEEEEEEEEEEI que é praticamente impossível ele se despencar de Montreal até aqui (já até brinquei com ele pra ele vir visitar uns primos que ele tem na Argentina, mas ele disse - com razão!!! - que é unfortunately too damn far from Canada). O objetivo dele com esse link-contador (e tem muita gente com blogs e páginas com o coisinha esse pedindo pra ele ir tocar nas respectivas cidades) é ter uma noção de onde as pessoas ouvem a música dele e gostam. Além disso, lá na América no Norte TUDO vale como medidor de popularidade e, a partir daí, surgem convites pra apresentações, as músicas tem mais chance nas rádios, etc, etc, etc.

So, if you like his music (dá pra conferir aqui), click!
Não demora muito e além de ajudar ele, dá uma força pra mim também, pois sabe como é: a esperança - nesse caso, de ele vir até aqui - é a última que morre... ;)

Monday, August 18, 2008

Vaguely familiar

Alguém aí reconhece a locação da propaganda...? ;)


Viva Satolep!!! :D

What's in a name

Hehehe... eu e o meu irmão estamos "tri"--orgulhosos: tem um Márcio e uma Renata nas semi-finais do vôlei de praia.


Espero que os nomes continuem dando sorte e os nossos "xarás" tragam umas medalhinhas pra casa... ;)




Sunday, August 17, 2008

Moving On

Algumas pessoas andaram me perguntando de onde tirei a frase que está no meu profile do Orkut (She's been around the world and she's been thinking / about moving on again...), então resolvi explicar.

Well, ela é do refrão de uma música (quem me conhece sabe que isso era mais ou menos óbvio... :P ), Moving On, composta por aquele meu amigo, o John Nathaniel, mas da época em que ele era o vocalista do Mentake, uma banda equivalente ao Skank só que canadense (com direito a toda a fama, turnê nacional, etc, etc, etc). A banda se separou depois da turnê e o John hoje está em carreira solo, o que foi bom pra ele mas ao mesmo tempo uma pena, pois o som do grupo era bem legal.

Aqui está o clip da música, exibido em uma das entrevistas deles pra uma espécie de MTV de lá. Enjoy it! ;)

Friday, August 15, 2008

Golden boy


Bah, até que enfim desencantou e saiu a medalha de ouro do Brasil (sim, porque estava FEIA a coisa... :P )



TODOS os PARABÉNS do MUNDO pro César Cielo. Valeu garoto!


PS: ÓBVIO que me emocionei ouvindo o Hino Nacional. Era o Cielo chorando lá e eu chorando aqui... ;)

Friday, August 08, 2008

Crash and Burn

É muito legal quando a gente pode dividir a felicidade de alguém com a conclusão de um trabalho bem feito. O John, aquele amigo meu músico no Canadá, acaba de ter o trabalho mais recente dele lançado no site iTUNES (que é onde quem é chique, geralmente mora na América do Norte e, óbvio, tem iPod ou Mac pega músicas :P). Ele mandou um video promocional (esse aí embaixo) no qual ele dá uma preview de algumas músicas:


Os trechos que aparecem são das músicas (em ordem) Reason to Live, Sleeping With the Enemy, Stay (minha favoritíííííííssima - e dele tb) e Crash and Burn (a primeira de todas a ficar pronta e que eu tb adoro).

Se alguém tiver interesse em comprar as músicas (não vai ser lançado em CD, só em formato digital) mas não tem iPod, além de iTUNES tem em formato mp3 também, daí é só falar comigo que eu explico como faz (ou acessar direto a loja da CDBaby).

E por enquanto eu fico por aqui, festejando também e - claaaaaaaaaaaaaaaaaaaro ;) - ouvindo John Nathaniel.

Tuesday, August 05, 2008

Dawson's time

Há tempos já não me espanto mais com as coincidências que acontecem na minha vida. Estar ouvindo uma música - de um cantor americano! - e passar um clone da figura na rua na mesma hora é fichinha; querer saber que horas vai passar um programa, ligar a TV e dar a chamada pro dito cujo com dia, horário e tudo, ali na lata, também. O que não deixa de me surpreender, porém, é o impacto que certas coincidências acabam tendo, no sentido de com que elas estão relacionadas. Já explico.

Há uns dias atrás liguei a TV a cabo - siiiiiiim, ainda estou refugiada na casa dos meus pais porque não acabaram as arrumações no meu apê... :/ - e estava passando um especial na E! Entertainment Television sobre os atores do Dawson's Creek (como eles eram na época da filmagem da série, como eles foram evoluindo e por onde andam hoje). Só de olhar já me deu uma nostalgia enorme, lembrando das aulas de Inglês com uma turma que era fã de carteirinha da série, de não perder um episódio que fosse, e cuja aula (uma das duas semanais) era exatamente no dia seguinte à exibição pelo Canal Sony. Os dez ou quinze primeiros minutos da aula eram inevitavelmente uma discussão sobre o que tinha acontecido na noite anterior: opiniões, previsões, indignações, aplausos, identificações com personagens e situações, tudo era motivo pra gente conversar, e era muito, muito gostoso (Roooooobs, que saudadeeeee). E o mais legal era que eles ainda prestavam atenção nas FALAS dos personagens (que eram FAN-TÁS-TI-CAS) e depois a gente discutia o que os atores tinham dito, as expressões e palavras novas que os alunos não coneciam e tinham aprendido (pois ééééé... TV também PODE ser cultura!), muito bom mesmo.

Corta a cena e avança para o dia seguinte na minha vida (depois de ver esse especial na E!). Vou tomar café e ligo a TV da cozinha no Canal Sony. Adivinha oque está passando...? YESSSS, Dawson's Creek, e ainda peguei bem na hora que estava terminando o teaser (aquela partezinha que dá antes da abertura e que é uma espécie de "veja-sobre-o que-o-episódio-de-hoje-é") e começando a abertura, essa mesma que está aí embaixo (pena que a pessoa que postou no YouTube cortou a parte de baixo da tela).


Quando começou a tocar a música e as imagens começaram a passar na tela foi como uma viagem no tempo em sensações. Por 40 e poucos segundos senti as mesmas coisas que sentia naquela época: uma liberdade recém-conquistada, uma expectativa por uma mundo de coisas melhores e aventuras que se anunciavam, um feeling por dentro querendo explodir de que o mundo e a vida estavam à minha frente para serem conquistados, uma felicidade boba - meio ingênua até - causada por eventos aparentemente insignificantes mas totalmente meaningful no contexto da época, uma sensação de alegria e realização resultante de pura e simplesmente passar tempo conversando com amigos(as) - não, eu não era adolescente na época do Dawson's Creek, mas praticamente me sentia como.

Essa enxurrada de sensações foi tão forte e me pegou - essa sim - tão de surpresa que fiquei sem ar, e depois que terminou a abertura e ficou só o tum-tum da música da Paula Cole tocando no ar e batendo junto com o meu coração acelerado, só pude mesmo sorrir, e passei o resto do dia walking on air, feliz da vida, por ter revivido - ou será re-sentido??? - uma das melhores épocas da minha vida.

PS: ÓBVIO que despois desse resgatei o meu CD (bah, na época nem se falava em mp3 ou baixar músicas!!!) com as músicas da trilha sonora e por uns dias ele tocou direto... ;)

Saturday, July 26, 2008

Rotineiramente lindo

Amei esse poema:


"A idéia é a rotina do papel.
O céu é a rotina do edifício.
O inicio é a rotina do final.
A escolha é a rotina do gosto.
A rotina do espelho é o oposto.
A rotina do perfume é a lembrança.
O pé é a rotina da dança.
A rotina da garganta é o rock.
A rotina da mão é o toque.
Julieta é a rotina do queijo.
A rotina da boca é o desejo.
O vento é a rotina do assobio.
A rotina da pele é o arrepio.
A rotina do caminho é a direção.
A rotina do destino é a certeza.
Toda rotina tem a sua beleza."
(Campanha "Tododia" da Natura)

Quem disse que rotina não é legal? ;)

Thursday, July 24, 2008

It was about time


Longe de poder merecer o status de príncipe, agora pelo menos desencantou (putz, tava difícil de ele marcar! :P ).
Nilmar: dois gols (a zero!) no São Paulo.

Keep it up, babe!!! ;)

Tuesday, July 22, 2008

Smells Like Cinnamon Spirit

O piso do meu apartamento é lindo, de parquet, daueles antigos que tem um desenho diferente em cada peça, mas o tempo não foi muito amigo dele, não, então como em breve terei um roupeiro no meu quarto (Êêêêêê!!!! Woooooooooooo-hooooooooo!!!) e não precisarei empilhar - literalmente :P - as minhas roupas no quarto ao lado, resolvi mandar lixar e passar sinteco antes que detonassem com meu armário novo depois.

O findi, então, foi pra retirar os móveis de dentro do quarto, espalhá-los pelas outras peças do apartamento (que com isso virou aPERtamento) e me refugiar com o Milo na casa dos meus pais, e ontem chegaram os lixadores com suas super-máquinas. Eu, já apavorada com a sujeira infernal que uma lixação faz e com o fedorzão do sinteco que eu ia ter que encarar, fui dar plantão lá enquanto os homens trabalhavam. Foi aí que aconteceu [mais] uma agradável surpresa - o que aliás parece ser a tônica do momento na minha vida (se bem que hoje em particular estou meio cynical & disappointed em relação a isso, mas essa é outra história... :/ ):

Quando as máquinas começaram a funcionar, um cheiro diferente começou a vir do quarto. Era um perfume gostoso, familiar, de.... canela!!! Era um cheirinho fantástico, uma coisa meio surreal no meio de toda aquela bagunça. No primeiro intervalo que os lixadores fizeram eu fui lá xeretar e perguntei se o perfume era do piso lixado. Eles disseram, "É sim, dona. Esse piso é antigo, é dos bons. É madeira de canela."

Foi maravilhoso. Pena que não vai durar - hoje mesmo, quando eles começaram a calafetar as juntas com uma meleca de pó de madeira com sei-lá-o-quê ele já diminuiu, e quando passaram o sinteco então, vai sumir de vez. Mas fica pelo menos a lembrança do perfume e a recém-descoberta percepção de que durmo, ora vejam só, lying on cinnamon. ;)

Thursday, July 17, 2008

Friends Will Be Friends


I didn't know a post could cause such frisson: people e-mailing me to tell me off about how on earth I dare comparing them, long-time friends, to new-found people.

I WASN'T comparing. I was simply saying that these people I met in MySpace and I have become more than just names on each other's lists, that our messages have - in most cases - moved from those nonchalant "Nice work, keep it up" to conversations involving even - also, in many cases - personal life (their history, their tastes, common passions of ours). Just that.
No way I could compare people I've known for such a short time to others who have been through storms, rough weather, hell & high water with me. No way people that I know would - literally - walk on broken glass to help me (thanks John for the illustrative image ;) ) - and I for them for that matter - could compare to others whom I've never even SEEN except on a computer screen. Maybe some day I'll meet them in person, maybe some day I'll be able to say that we, too, have been through things together and shared things that make our friendship that special - and, as unlikely as it may sound, I believe it's possible - but for now, they belong in different levels.
There are friends and there are FRIENDS. The ones from MySpace are the first group, the ones I'm talking to here (and among whom some unfortunately got piqued by my using of the word) are obviously the second, but all of them, all of YOU are in my heart.

And, believe me, I've got a pretty big one in here. ;)

Wednesday, July 16, 2008

MySpace-ing


I confess: I joined MySpace. It was something I did on impulse but which ended up proving to be worthwhile. The story goes like this...

I was looking for some David Cook's songs to listen to while working at the computer - you all know I spend waaaaaay too much time in front of the monitor working on my thesis - and his page on that site came up when I "googled" for them. I checked it out and unlike myself I did something very fan-like: I decided to leave a message for the guy (not that he needed it, he must get MILLIONS of messages a day). The thing is that I thought, "What the hell, I'll just say something like 'All the best and lots of success' to show I've been here as I'd like people to do when they read my blog"" (and, YES, it's a complaint! :P ) and so I did it. However, to do so you have to register and get your own page, something like that. All right then, register, here we go... done. I made my profile page a bit later and that was when, out of the blue, requests to be my friend started to pop up (?!?!?!).

I went to verify who all those strangers who wanted to be my friends (how odd is that???) were and saw that most of them were musicians trying to make their work known to the highest number of people available. Nothing wrong with that, but I felt caught in the online version of the baseball card collectors competition, you know, "See, I've got more friends/fans than you... :P " , like a MySpace version of the saying "The more the merrier" (and, NO, David Cook doesn't fall into this category). I know it's something they HAVE to do in order to promote their music and get out of obscurity, but... I don't know, it bothered me somehow that they weren't inviting ME to be their friend, they were inviting just "someone".

Moreover, I hadn't joined the thing to ostentatiosly go around "Hey, I'm friends with (fill a famous name in here)" or to break records in friend-making, so I took a look at all those requests and accepted the ones I felt I did have something in common with, whether it was because I liked their music (the case of John Nathaniel, whom I've mentioned in a previous post, or Adam McInnis) or because besides that they were Brazilian (like Apoena or Necessidade Humana). To all of them I sent a short message to say "Hi", give my views on and opinion about their songs and wish them success. That was when a surprise came into the picture - and, ladies and gentlemen, the surprise was good... :)

All of thse artists surfaced from the flood of messages they receive every day (John I know for sure spends HOURS reading and answering his) and replied mine. And it wasn't simply a polite answer, they were personal replies, some even with questions for me, showing that beneath the image we see of them in YouTube videos and all there's a real person - and that realization was like a breath of fresh air in a world where image is everything and everybody fights for their 15 minutes of fame so desperately that they forget to be human. I can say now that I accepted those guys as friends expecting nothing, and they've given me a lot in return: they've restored my faith in people. I accepted them as friends not believing in the word being applied to describe them, but now I can unequivocally use it as I say their names, for that's what we've become after exchanging messages for some time. We've surpassed the stage of being mere aquaintances to reach that level.

No, I'm not boasting - this is not about whom I'm friends with. It's about what kind of friends I've met, and for me they are absolutely nonparell, peerless, really unique indeed, because they've turned MySpace into a place I long to visit every day, to see, listen and to talk to my friends.
PS: This post was written from top to toe in English in a homage to them and just in case they decide to stop by and pay me a visit here (the Brazilian ones have an upper hand because they know English too - and even some Spanish, no es asi, Apoena? ;) )

Wednesday, July 09, 2008

Fueled by music


Em um dos livros com que trabalho no curso de Inglês onde dou aula tem uma lição com um texto sobre o futuro no qual o autor diz que daqui a não sei quantos anos (acho que 50) haverá uma nova espécie de ser vivo na face da terra, o Homo Ciberneticus, pois as pessoas serão/estarão "equipadas" para conectarem seu cérebro diretamente ao(s) computadore(s). Essa imagem me dá arrepios só de pensar! Parece spookily similar ao filme Matrix, naquela parte que o Neo descobre como ele é de verdade e que tem umas "tomadinhas" no corpo pra se "plugar" na máquina... :P

Anyway, outro dia andando no Calçadão percebi que uma outra espácie de ser humano JÁ SURGIU, pelo menos aqui em Pelotas: o Homo Musicallis. Me vi de repente cercada, ali na frente da Hercílio, por nada menos do que cinco pessoas que estavam - TODAS ELAS - ouvindo seus mp3/mp4 players (ou iPods, sei lá. Pode ser que algum deles fosse chique... :P ). Ah, sim: myself included. Todas as cinco. Segui andando e passei por mais um monte de gente também portando/usando os mesmos inconfundíveis fiozinhos do lado da cabeça e fones embutidos nas orelhas. Alguns, como eu, murmurando baixinho a letra da música (na verdade, singing along, como todo/a vocalista frustrado/a), outros concentradíssimos em pensar na vida, mas todos com uma característica em comum: movidos pela música que toca(va) nos fones. Homo musicallis, cada um e todos nós.

Eu admito: sou VI-CI-A-DA em música. Não bastasse ter sempre algo tocando no CD player ou no computador em casa, ultimamente não consigo sair na rua sem o meu mp4. Sou literally fueled by music. Assim, gente, se passarem por mim, me chamarem e eu não ouvir, não é antipatia, não. É que a Musicallis aqui está em outro mundo, um onde estou, por exemplo, having "The Time of My Life" ou "Realize"-ing alguma coisa. ;)

Mirror image


Sometimes I feel just like this...

Courtesy of GoComics.com
Broom Hilda by Russell Myers - © 2008 Universal Press Syndicate

Tuesday, July 01, 2008

That's What Friends (and Fans) Are For...


Oi, pessoal! O post desta vez vai ser um pouquinho diferente... :)

Tem um amigo meu canadense, John Nathaniel, que é músico e está tentando conseguir que uma das músicas dele toque nas rádios dos EUA. Um dos jeitos de fazer isso é se a música dele tiver um número grande de acessos nesse site (é uma espécie de plataforma de lançamento para artistas novos e por ali eles medem a "popularidade" da pessoa...). Se ela for bastante acessada, os "olheiros" das rádios colocam a música no ar.

Sei que voês gostam de música e essa aí é uma baladinha bem legal, então vamos far uma mãozinha pro John e escutar a música dele? Basta ir em:

http://www.z100.com/cc-common/artist_submission/player.html?art=170785

O nome da música é Ever. Podem acessar sem medo, o link é seguro. às vezes antes da música começar a tocar dá umas propagandas, mas em seguida ela já começa.

O John e eu agradecemos e esperamos que vocês gostem do trabalho dele!
PS: Podem comentar aqui que depois eu repasso pro moço... ;)
PS#2: Se gostarem mesmo do som, dêem uma olhada na página dele no MySpace (clicar aqui). Lá tem mais músicas - a Stay é linda!.

Have a little patience

Aqueles que costumam passar por aqui sabem de um pequeno "defeito" deste site sobre o qual já comentei: se a gente faz o rascunho de um post, depois quando se efetiva a postagem ele aparece láááááá atrás, e não como se tivesse sido recém publicado.

Daí, galera, voltem um pouquinho porque depois do sobre o Tholl tem um post-bobagem cujo assunto, apesar de bobinho, volta e meia me aparece na frente.

E boa seman pra todos/as! :)

Saturday, June 28, 2008

Cirque du Soleil??? Eu quero é Tholl!


Se eu não tivesse conhecido o João Bachilli há mais de 25 anos atrás (ele ajudava a Glaura - a minha professora de Educação Física na época - e a gente nos nossos treinos de Ginástica Olímpica no Pelotense) e não conhecesse a dedicação e a gigantesca capacidade criativa dele, eu custaria a acreditar que o Tholl é genuina e verdadeiramente daqui de Pelotas, no que, tenho certeza seria acompanhada por muitos de meus conterrâneos.

Desde a primeira vez que vi o espetáculo Imagem e Sonho fiquei fascinada (com o "agravante" de que na trilha sonora eles incluiram trechos da soundtrack da Sociedade do Anel, o primeiro filme da trilogia d'O Senhor dos Anéis, filme pelo qual sou absolutamente LOUCA!). Tudo era de uma magia que me deixou sem fôlego e literalmente em lágrimas (de emoção e de riso, porque a parte da sátira à ópera Carmen com pedaços da coreografia original do ballet é impagável! :D) Virei criança assistindo e quase invejei as que estavam lá por poderem presenciar aquilo tudo naquela idade e, como só as crianças conseguem, acreditar mesmo que AQUILO é a realidade, e que a nossa vida nesse nosso mundo "de verdade" não passa de mera ilusão.

Depois de assistir não sosseguei enquanto não convenci meus pais de que eles tinham de ver o espetáculo também e, depois de vê-lo, eles ficaram igualmente encantados - e olha que eles assistiram um show do Cirque du Soleil quando estavam visitando a África do Sul. O Tholl, segundo eles, não fica devendo nada.

Assim, quando o meu pai viu no jornal a propaganda do novo espetáculo, Exotique, em única apresentação no meu amado Thetro Guarany e com direito a replay do Imagem e Sonho, ele decretou que queria ver a todo custo e que eu ou a minha mãe tratássemos de comprar as entradas antes que se esgotassem.

E com isso lá estávamos nós na platéia quinta-feira passada, sentados na fila J do teatro lotadésimo. Abrem-se as cortinas e começa o novo show. Elenco novo, nervosismo de estréia, necessidade de alguns polimentos e acertos aqui e ali e talvez um pouco mais de números digamos "ginásticos" mas all in all um espetáculo fascinante. Muito moderno, muito techno, altos efeitos de luz (malabares de neon no escuro??? Cara, eu não faço nem em plena luz do dia!!!) e um número com um cara rodando dentro de um aro em posição de Vitruvian Man do Da Vinci que deixaria o Pilobolus trocando orelhas: tudo indica que Exotique vai seguir os passos do Imagem e Sonho e se tornar outro sucesso estrondoso. Eu, de minha parte, torço por isso de todo coração.

E, se alguém me perguntar, digo sinceramente e sem recalque algum: não vi o Cirque du Soleil em Porto Alegre, mas tampouco sinto como se algo tivesse ficado faltando, pois tenho o meu próprio, o nosso very own - de Pelotas, minha gente!!! - Tholl.

City of clones


Como nem sempre dá pra falar sério e/ou de coisas sérias, hoje vai um post beeeeeeeeeeeeeeem trivial, às raias da bobagem mesmo. Mas, pelo menos pode deixar as pessoas pensando - e prestando atenção ao andar na rua.

Há muito tempo percebi uma coisa: aqui em Pelotas há um clone pra todo mundo (tem gente que diz que existe uma guria que é I-GUAL-ZI-NHA a mim andando por aí. EU ainda não vi... :P ). De pessoas famosas, bah, tem às pencas. Hoje mesmo passei por um Val Kilmer - tá, tá certo que era um Val Kilmer abatumado (o dito cujo devia ter no máximo a minha altura... :/ ), mas a cara era sem tirar nem pôr a do ator hollywoodiano. E além desse aí tem outros(as)...

Tem uma antiga secretária lá da escola que é idêntica à Sandra Bullock. Tem um amigo meu (e leitor deste blog) que é o Edward Burns em pessoa.

Tem um aluno meu que é o George Clooney versão young. (foto abaixo pra quem não consegue imaginar).

Quer a Beyoncé? Tem: uma das nossas atuais secretárias lá na escola. Quer o vampiro bonitão do (agora extinto :/ ) seriado Moonlight, o Alex O'Laughlin? Tem: um amigo meu, tecladista de uma falecida banda de rock da cidade e que hoje trabalha numa loja de artigos para música (ok, ok, tem que adicionar um pouco de cabelo ao clone pra ficar igual, mas é!). Quer um mix de Antônio Banderas com Eric McCormack do Will & Grace ? Tem: o guitarrista da mesma desaparecida banda. Jude Law moreno? Tem: o meu Sweetie. Minha mãe mesmo, quando era criança, era a Shirley Temple. Olha só as duas:

E não fica por aí: eu e a Lívia (Migaaaaaaaaaaaaa!!! Saudade... - quando acaba esse teu Doutorado em POA, hein?) tivemos a chamce de nos defrontar certa noite com um Frodo (Elijah Wood) desfilando Tulha adentro (esse, ao contrário, não estava abatumado: tinha era tomado chá de bambu, pois 1 metro e 80 e pouco pra um hobbit é muito!). Outra: há uns anos atrás tinha até um cara que estudava Agronomia, pegava o ônibis pro Campus na frente do Theatro Avenida e era o Brad Pitt em Lendas da Paixão sem tirar nem pôr (aliás, segundo outra amiga minha, a Luana, ninguém sabia o nome do cara: ele era conhecido simplesmente por... Brad Pitt!). Pena que se formou e sumiu.... :P

Bom, seja como for, às vezes me pego pensando "Por queeeeeeeee é que eu não ando com uma câmera pra fotografar esses clones???" Daria, no mínimo, uma página bem curiosa na Internet!

Além desse, meu único lamento é que ainda não vi nenhum Aragorn (Viggo Mortensen) ou Legolas (Orlando Bloom loiro) treading the streets of Satolep. Aliás, se me encontrarem desacordada, desmaiadinha da silva mas feliz da vida por aí, não duvidem que foi porque o clone de um deles cruzou o meu caminho... :)

PS às pessoas-clone aqui mencionadas: tenho foto de vocês, sim, mas não se preocupem: não vou publicá-las nem divulgar seus nomes. ;)

PS aos marmanjos de plantão: siiiiiiiiiiiiiiiiim, nós tínhamos Brad Pitt, mas podem ir tirando o cavalinho da chuva por que nunca vi nem sinal de nenhuma Angelina Jolie por estas terras, não. (e a seqüência de negativas foi proposital para dar ênfase ao "não teeeeeem!")

Friday, June 27, 2008

On reverse gear


O time do coração da gente perde (aliás, não uma, mas vááárias partidas... :/ ). A boa notícia que te levou a sorrir até doer os lábios e quase sair dançando pela rua à la Gene Kelly toma um banho de água fria sem qualquer relação em absoluto com Singing in the Rain. Sua colega de trabalho e super-amiga pede demissão. Seu estágio tão esperado dando aulas de Literatura de Língua Inglesa II na UCPel pela segunda vez (ou seja, melhorando seu currículo) fica por um fio já que agora, com menos professores, os horários onde você trabalha não estarão mais tão flexíveis. Seu cachorro pode estar, de novo, com problemas de cristais de magnésio (que acabam levando a cálculos renais se não forem eliminados) na urina. Uma seqüência "daquelas" em questão de dois dias.


Pronto. O peteleco foi dado again, mas desta vez os dominozinhos se foram pro outro lado, despencando em movimento unstoppable não-retilíneo uniformemente variado, e pra salvar a coisa toda de desandar de vez, só dois fatos improváveis mas que - vai saber por quê... - se fizeram realidade: 1) uma completa desconhecida te liga do nada e se oferece para levar o que quer que você queira mandar pra um ex-companheiro de programa de intercâmbio, super-amigo também, arquiteto venezuelano, que mora na Bélgica; 2) dois artistas não muito famosos mas tampouco completos iniciantes que você conheceu no MySpace (um brasileiro e um canadense) não só respondem à sua mensagem de "parabéns-pelo-trabalho-e-todo-sucesso-em-sua-carreira" como seguem trocando correspondência, provando que nem todo artista é metido/convencido e que tem gente ainda muito legal e muito down-to-earth nesse meio.


Ou seja, há esperança de que alguma coisa ou alguém (seja lá o quê ou quem for - você decide!), metendo o dedinho na linha de deslocamento das pecinhas, possa parar o tombamento delas pra esse lado infeliz e, indo pro fim da fila delas, dê o "piparote" (essa tirei do fundo do baú, mas é que "peteleco" já estava ficando monótono) coloque as coisas em uma paradoxal reverse gear positiva.